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PCGO e Secretaria da Economia deflagram operação contra empresa por esquema de sonegação fiscal

PCGO e Secretaria da Economia deflagram operação contra empresa por esquema de sonegação fiscal

PCGO e Secretaria da Economia deflagram operação contra empresa por esquema de sonegação fiscal

A Polícia Civil de Goiás, por intermédio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DOT), com o apoio da Delegacia de Polícia de Catalão – 9ª DRP, e em conjunto com equipes da Secretaria da Economia, deflagrou hoje (23) uma operação policial focada na desarticulação de esquemas de fraude fiscal estruturada e sonegação de tributos estaduais. A ação visou o cumprimento de três mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário, além do bloqueio judicial de bens móveis e imóveis, bem como de ativos financeiros, no montante da dívida fiscal. O objetivo central da diligência é colher elementos probatórios para identificar o real controle administrativo e financeiro da  empresa que é suspeita de utilizar a prática de interposição fraudulenta de pessoas (popularmente conhecidas como “laranjas”), bem como sequestrar  bens e valores para garantir o devido pagamento da dívida.

As investigações preliminares apontam que a ocultação do verdadeiro proprietário no contrato social da empresa servia como mecanismo para a omissão de fatos geradores de impostos estaduais, dificultando a fiscalização tributária e a responsabilização patrimonial. De acordo com o levantamento técnico realizado, a empresa possui débitos tributários constituídos que já ultrapassam R$ 200 mil, contudo, a dívida da empresa supera o montante de R$ 2 milhões.

Durante as diligências, os investigadores, acompanhados dos auditores da Secon, apreenderam materiais — que incluem documentos contábeis e dispositivos eletrônicos —que serão submetidos à análise pericial e cruzamento de dados com os sistemas da Secretaria de Economia. O intuito é identificar o beneficiário final do esquema e garantir a recuperação do crédito tributário devido ao Estado, além da possibilidade de descoberta do real proprietário da empresa. As condutas apuradas podem configurar crimes contra a ordem tributária e falsidade ideológica, além de lavagem de dinheiro e até associação criminosa, a depender da progressão da coleta de dados.

PCGO: investigar para proteger 🚔

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