menu
Período de semeadura do algodão chega ao fim em 97 municípios

Período de semeadura do algodão chega ao fim em 97 municípios

Medida busca conter avanço do bicudo e reduzir prejuízos à produção
Reprodução

O prazo para a semeadura do algodão na Região 4 de Goiás termina nesta quarta-feira (15). A medida integra ações fitossanitárias voltadas à prevenção e ao controle do bicudo-do-algodoeiro, considerado a principal praga da cultura.

A determinação está prevista em normativa da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) e tem como objetivo reduzir a incidência do inseto e os impactos na produção.

Segundo o gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Leonardo Macedo, o cumprimento do calendário é fundamental para o manejo da praga.

“Quando todos os produtores de uma mesma região plantam dentro da mesma janela, encurtamos a oferta de estruturas de reprodução para o inseto, o que é determinante para o controle”, explica.

Cadastro obrigatório

Além do calendário de semeadura, os produtores devem realizar o cadastro das áreas plantadas no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago) em até 30 dias após o plantio.

Após o preenchimento das informações, é necessário efetuar o pagamento da taxa para validação do cadastro. Caso contrário, o produtor pode estar sujeito a sanções administrativas.

Região 4

A Região 4 abrange diversos municípios goianos, confira a lista:

  • Adelândia;
  • Alto Horizonte;
  • Amaralina;
  • Americano do Brasil;
  • Amorinópolis;
  • Anicuns;
  • Araçu;
  • Araguapaz; Aruanã;
  • Barro Alto (abaixo de 500 metros de altitude);
  • Bonópolis;
  • Brazabrantes;
  • Britânia;
  • Buriti de Goiás;
  • Campinorte;
  • Campos Verdes;
  • Carmo do Rio Verde;
  • Caturaí;
  • Ceres;
  • Córrego do Ouro;
  • Crixás;
  • Damolândia;
  • Diorama;
  • Estrela do Norte;
  • Faina;
  • Fazenda Nova;
  • Flores de Goiás (abaixo de 500 metros de altitude);
  • Formoso;
  • Goianésia;
  • Goiás,
  • Guaraíta;
  • Guarinos;
  • Heitoraí;
  • Hidrolina;
  • Inhumas;
  • Ipiranga de Goiás;
  • Iporá;
  • Israelândia;
  • Itaberaí;
  • Itaguari;
  • Itaguaru;
  • Itapaci;
  • Itapirapuã;
  • Itapuranga;
  • Itauçu;
  • Ivolândia;
  • Jaraguá;
  • Jaupaci;
  • Jesúpolis;
  • Jussara;
  • Mara Rosa;
  • Matrinchã;
  • Moiporá;
  • Montes Claros de Goiás;
  • Montividiu do Norte;
  • Morro Agudo de Goiás;
  • Mossâmedes;
  • Mozarlândia;
  • Mundo Novo;
  • Mutunópolis;
  • Niquelândia (abaixo de 500 metros de altitude);
  • Nova América;
  • Nova Crixás;
  • Nova Glória;
  • Nova Iguaçu de Goiás;
  • Nova Veneza;
  • Novo Brasil;
  • Novo Planalto;
  • Ouro Verde;
  • Petrolina de Goiás;
  • Pilar de Goiás;
  • Porangatu;
  • Rialma;
  • Rianápolis;
  • Rubiataba;
  • Sanclerlândia;
  • Santa Fé de Goiás;
  • Santa Izabel;
  • Santa Rita do Novo Destino;
  • Santa Rosa de Goiás;
  • Santa Teresinha de Goiás;
  • Santa Tereza de Goiás;
  • São Francisco de Goiás;
  • São Luiz do Norte;
  • São Luiz dos Montes Belos;
  • São Miguel do Araguaia;
  • São Patrício;
  • Simolândia (abaixo de 500 metros de altitude);
  • Taquaral de Goiás;
  • Teresina de Goiás (abaixo de 500 metros de altitude);
  • Teresópolis de Goiás (abaixo de 500 metros de altitude);
  • Trombas;
  • Uirapuru;
  • Uruaçu;
  • Uruana;
  • Vila Boa (abaixo de 500 metros de altitude);
  • Vila Propício (abaixo de 500 metros de altitude).

Calendário

O calendário da cotonicultura em Goiás prevê períodos específicos para o vazio sanitário e para a semeadura, conforme a região.

Na Região 4, o vazio sanitário ocorre entre 10 de novembro e 20 de janeiro. Já o plantio é permitido entre 21 de janeiro e 15 de abril.

 

Facebook