Sete novas ambulâncias chegam ao SAMU de Goiânia; gestão aponta alta de 30% nos atendimentos

A Prefeitura de Goiânia recebeu sete novas ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) na tarde desta terça-feira (30/6), em cerimônia realizada pelo Ministério da Saúde no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Goiás (UFG). A vice-prefeita, Coronel Cláudia Lira, representou o prefeito Sandro Mabel e afirmou que os veículos permitirão ampliar a frota própria do atendimento pré-hospitalar.

Segundo a vice-prefeita, o serviço hoje opera com parte da frota locada. Ela declarou que a atual gestão recebeu o SAMU com ambulâncias sucateadas e em situação crítica de desabastecimento, após irregularidades na administração anterior, e ressaltou que o governo federal tem apoiado a reestruturação promovida pelo município.

Os novos veículos podem ser configurados como Unidades de Suporte Básico (USB) ou Unidades de Suporte Avançado (USA), conforme a necessidade operacional. Para o secretário municipal de Saúde, Luiz Pellizzer, a chegada das ambulâncias representa ganho de eficiência. De acordo com ele, a economia obtida com a redução de veículos locados permitirá direcionar recursos para capacitação de profissionais, aquisição de insumos e equipamentos e fortalecimento da regulação das urgências, elevando a qualidade do serviço.

As ambulâncias foram trazidas de Sorocaba (SP) para Goiânia por condutores do SAMU e chegaram no último sábado (27/6). A entrega integra o programa Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde. O diretor de Programa da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, Nilton Pereira Júnior, afirmou que o governo federal já adquiriu mais de 5 mil ambulâncias para distribuição aos municípios e destacou que, em três anos e meio de gestão, foram comprados 5.100 veículos. Ele também enfatizou que o SAMU é um serviço de saúde completo, com capacidade de UTI móvel, e que é dever dos governos investir os impostos arrecadados.

Na atual gestão, o SAMU Goiânia passou por reestruturação, com abastecimento adequado de insumos e medicamentos, recomposição das equipes assistenciais, locação de nova frota e alimentação regular de dados de produtividade ao Ministério da Saúde. Em 2024, no ápice da crise, o serviço chegou a operar com apenas quatro ambulâncias. Pellizzer ressaltou a importância do SAMU por levar o cuidado até o paciente, estabilizar casos graves, prevenir sequelas e salvar vidas, e disse que as medidas adotadas já resultaram em cerca de 30% de aumento nos atendimentos, além da reabilitação de veículos que haviam perdido a certificação do Ministério da Saúde.

Informações: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) – Prefeitura de Goiânia.

Fonte: Prefeitura de Goiânia