A Taxa de Serviços Urbanos (TSU) de Anápolis terá nova forma de cobrança em 2026. O tributo, destinado a custear serviços como coleta de lixo, varrição e manejo de resíduos sólidos, deixará de ser incluído no carnê do IPTU para parte dos contribuintes.
Pela nova regra, a cobrança será feita mensalmente na conta de água emitida pela Saneago para imóveis com ligação ativa. A medida passa a valer nas faturas emitidas a partir de abril de 2026, com impacto percebido a partir de maio de 2026.
O vencimento seguirá a data da fatura de consumo de água e esgotamento sanitário. A mudança ocorre por meio de convênio entre o município e a companhia, com o objetivo de alinhar a arrecadação à prestação contínua dos serviços.
Nos casos em que o imóvel não possui ligação ativa, não está cadastrado junto à Saneago, possui múltiplas unidades com um único hidrômetro ou está em áreas atendidas por sistemas próprios, como regiões sob responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás, a cobrança continuará sendo realizada por meio do Documento Único de Arrecadação Municipal (DUAM).
Valores
O cálculo da TSU tem como base o Valor Básico de Referência (VBR), fixado em R$ 28,16 mensais por imóvel, definido a partir da divisão do custo total dos serviços de manejo de resíduos sólidos pelo número de unidades atendidas ao longo de 12 meses.
O valor final pode variar conforme o tipo de uso do imóvel (residencial, comercial ou industrial) e também de acordo com o consumo de água, nos casos com ligação ativa.
Para imóveis sem cadastro na companhia de saneamento ou atendidos por sistemas próprios, a base de cálculo considera a área construída multiplicada pelo VBR e por um fator de correção de 0,1, conforme o Código Tributário e de Rendas do município.
Divulgação/Saneago