O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Goiânia registrou mais de 74 mil atendimentos entre janeiro de 2025 e junho de 2026, em meio ao processo de reestruturação da rede municipal de saúde, segundo a Prefeitura de Goiânia. Entre as medidas adotadas pela gestão estão a ampliação da frota com 24 novas ambulâncias, a recomposição das equipes assistenciais e o abastecimento regular de medicamentos e insumos.
“Recebemos a saúde da capital em um cenário de total desorganização, com ambulâncias sucateadas, desabastecimento e redução da estrutura operacional do Samu. Desde o primeiro dia, o serviço passou a ser tratado como prioridade, com ações voltadas à reorganização dos serviços, à retomada do funcionamento regular da rede e à ampliação do atendimento à população”, afirmou o prefeito Sandro Mabel.
Outra iniciativa foi a retomada dos atendimentos com motolâncias, interrompidos na capital desde 2016. Nesta sexta-feira (28/8), foram entregues sete unidades, que buscam dar mais agilidade ao deslocamento até os locais dos chamados para iniciar os primeiros socorros e estabilizar pacientes.
O secretário municipal de Saúde, Luiz Pellizzer, lembrou que o Samu chegou a operar com apenas quatro ambulâncias em 2024, no auge da crise do serviço. “É um serviço que permite que o cuidado seja levado até o paciente, antes mesmo que ele chegue a uma unidade de saúde. É a linha de frente da assistência. O prefeito Sandro Mabel entende o papel fundamental desse suporte para estabilizar pacientes graves, evitar sequelas permanentes e salvar vidas”, disse.
Além da reestruturação, a administração municipal investiu R$ 188 mil na aquisição de 12 novos desfibriladores para modernizar a rede de urgência e emergência. Os equipamentos foram destinados ao Samu e às unidades da rede municipal. Segundo a Prefeitura, os novos aparelhos são mais modernos e leves, o que facilita o uso pelos profissionais e confere mais agilidade aos atendimentos.
O desfibrilador é utilizado em situações de emergência para aplicar uma descarga elétrica controlada no coração em casos de alterações graves do ritmo cardíaco, auxiliando na tentativa de restabelecer o ritmo adequado e sendo fundamental no atendimento rápido de pacientes em estado crítico.
As informações são da Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) da Prefeitura de Goiânia.
Fonte: Prefeitura de Goiânia