A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) iniciou o mapeamento de novas áreas públicas para ampliar o Projeto Florescer, que transforma canteiros, rotatórias, praças e outros espaços com o plantio de flores. Atualmente, mais de 35 pontos integram a iniciativa, e a meta é alcançar 300 locais em diferentes regiões da capital até o fim de 2027.
A expansão prioriza áreas descentralizadas com potencial para intervenções paisagísticas e condições adequadas ao desenvolvimento das espécies, distribuindo os pontos de forma estratégica para ampliar a presença de flores pela cidade.
Entre os locais já atendidos estão a Praça Ciro Lisita, no Setor Coimbra; as praças Léo Lynce e Tamandaré, no Setor Oeste; as avenidas Deputado Jamel Cecílio e Fued José Sebba; e a Praça Wilson Sales, no Setor Nova Suíça. O projeto também contempla a rotatória da Rua 83 com a Rua 86, no Setor Sul; o viaduto da BR-153 com a Avenida Anhanguera, no Setor Leste Universitário; a rotatória da Avenida Bandeirantes com a Avenida Castelo Branco, no bairro Ipiranga; a Praça Walter Santos, no Setor Coimbra; a Praça Ciro Lisita (novamente no Setor Coimbra); e a Praça da Avenida Mutirão com a Avenida Portugal, no Setor Marista, além de rotatórias e praças no Jardim Guanabara, Cidade Jardim, Setor Oeste, Jardim Planalto e Nova Suíça.
Como parte da expansão, novos endereços já foram identificados: Rua H-1 com Rua Abel Chaveiro, no Residencial Santo Hilário; Rua RSL-13 com Rua 11, no Residencial São Leopoldo; e diferentes cruzamentos da Avenida Anápolis, abrangendo regiões como Vila Pedroso, Residencial Sonho Dourado e Jardim Aroeiras.
As espécies utilizadas no Projeto Florescer são cultivadas no Viveiro da Comurg e selecionadas com base em critérios técnicos, como adaptação ao clima local e resistência às condições do Centro-Oeste. Entre elas estão sálvias, tagetes e cravos, que apresentam floração intensa, longa duração e bom desempenho em áreas de grande incidência solar.
Segundo o presidente da Comurg, Cleber Aparecido Santos, a ampliação demanda um cronograma específico de cuidados. A companhia acompanha as condições das plantas e realiza monitoramento fitossanitário contínuo para definir as intervenções necessárias e executá-las no tempo adequado. Algumas espécies requerem, por exemplo, podas para reduzir a área foliar e a perda de água por transpiração, informou.
Além da valorização paisagística, o projeto busca tornar os espaços públicos mais agradáveis para moradores e visitantes e favorecer a biodiversidade urbana ao oferecer recursos para polinizadores. De acordo com Santos, a iniciativa contribui para uma cidade mais acolhedora, reduz o estresse e auxilia no conforto térmico.
Fotos: Luciano Magalhães
Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) – Prefeitura de Goiânia
Fonte: Prefeitura de Goiânia