Fim da Linha: 10ª fase da Operação Destroyer cumpre 48 ordens e mira patrimônio de facções em Goiás

Na décima fase, batizada Fim da Linha, a Operação Destroyer — uma das principais frentes da Polícia Civil de Goiás contra o crime, com ênfase no tráfico de drogas e outros delitos — foi deflagrada nesta semana pelo Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) de Águas Lindas de Goiás. A etapa teve como alvo uma organização criminosa estruturada para o tráfico e cumpriu, até o momento, 16 mandados de prisão temporária e 32 de busca e apreensão, além de prisões em flagrante. As medidas judiciais foram executadas em endereços não informados. “Essa é a maior ação integrada já realizada contra facções criminosas no nosso estado. Temos resultados expressivos e um recado muito claro: aqui, bandido não tem sossego”, afirmou o governador Daniel Vilela. “O sucesso dessa operação é fruto do trabalho sério das nossas forças de segurança, da inteligência policial e da integração entre instituições. Estamos atingindo não apenas os criminosos, mas o patrimônio que sustenta suas atividades ilegais.” Mais que uma sequência de ações pontuais, a Destroyer se consolidou como estratégia permanente de enfrentamento ao crime organizado. O caso envolve unidades especializadas em investigações de longo prazo, voltadas à interrupção de cadeias logísticas criminosas. “Isso significa menos dinheiro financiando o crime, menos estrutura para as facções e mais segurança para a população goiana”, acrescentou o governador. A atuação integrada entre unidades especializadas, aliada ao uso de inteligência policial e ao compartilhamento de informações, tem permitido à Polícia Civil avançar sobre diferentes níveis das organizações, alcançando executores e também suas redes de apoio e sustentação financeira. Os resultados acompanham o fortalecimento da estrutura de segurança pública em Goiás nos últimos anos, com investimentos em inteligência, tecnologia, integração entre forças policiais e valorização dos profissionais, o que ampliou a capacidade investigativa e viabilizou operações de grande complexidade e alcance interestadual. A continuidade da Destroyer ao longo de dez fases evidencia a capacidade institucional de sustentar investigações qualificadas por longos períodos, com atuação coordenada entre delegacias especializadas, grupos de repressão ao narcotráfico e unidades de combate ao crime organizado. “Quem escolhe o caminho do crime precisa saber: em Goiás, a vida de bandido fica cada vez mais difícil”, disse Daniel Vilela. Nas últimas semanas, a Polícia Civil de Goiás também realizou operações simultâneas contra diferentes frentes criminosas; em um único ciclo operacional, foram contabilizados 192 presos e mais de 260 ordens judiciais cumpridas, demonstrando a intensidade das ações.

Fonte: Agência Governo de Goiás