O prazo para a semeadura do algodão na Região 4 de Goiás termina nesta quarta-feira (15). A medida integra ações fitossanitárias voltadas à prevenção e ao controle do bicudo-do-algodoeiro, considerado a principal praga da cultura.
A determinação está prevista em normativa da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) e tem como objetivo reduzir a incidência do inseto e os impactos na produção.
Segundo o gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Leonardo Macedo, o cumprimento do calendário é fundamental para o manejo da praga.
“Quando todos os produtores de uma mesma região plantam dentro da mesma janela, encurtamos a oferta de estruturas de reprodução para o inseto, o que é determinante para o controle”, explica.
Cadastro obrigatório
Além do calendário de semeadura, os produtores devem realizar o cadastro das áreas plantadas no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago) em até 30 dias após o plantio.
Após o preenchimento das informações, é necessário efetuar o pagamento da taxa para validação do cadastro. Caso contrário, o produtor pode estar sujeito a sanções administrativas.
Região 4
A Região 4 abrange diversos municípios goianos, confira a lista:
- Adelândia;
- Alto Horizonte;
- Amaralina;
- Americano do Brasil;
- Amorinópolis;
- Anicuns;
- Araçu;
- Araguapaz; Aruanã;
- Barro Alto (abaixo de 500 metros de altitude);
- Bonópolis;
- Brazabrantes;
- Britânia;
- Buriti de Goiás;
- Campinorte;
- Campos Verdes;
- Carmo do Rio Verde;
- Caturaí;
- Ceres;
- Córrego do Ouro;
- Crixás;
- Damolândia;
- Diorama;
- Estrela do Norte;
- Faina;
- Fazenda Nova;
- Flores de Goiás (abaixo de 500 metros de altitude);
- Formoso;
- Goianésia;
- Goiás,
- Guaraíta;
- Guarinos;
- Heitoraí;
- Hidrolina;
- Inhumas;
- Ipiranga de Goiás;
- Iporá;
- Israelândia;
- Itaberaí;
- Itaguari;
- Itaguaru;
- Itapaci;
- Itapirapuã;
- Itapuranga;
- Itauçu;
- Ivolândia;
- Jaraguá;
- Jaupaci;
- Jesúpolis;
- Jussara;
- Mara Rosa;
- Matrinchã;
- Moiporá;
- Montes Claros de Goiás;
- Montividiu do Norte;
- Morro Agudo de Goiás;
- Mossâmedes;
- Mozarlândia;
- Mundo Novo;
- Mutunópolis;
- Niquelândia (abaixo de 500 metros de altitude);
- Nova América;
- Nova Crixás;
- Nova Glória;
- Nova Iguaçu de Goiás;
- Nova Veneza;
- Novo Brasil;
- Novo Planalto;
- Ouro Verde;
- Petrolina de Goiás;
- Pilar de Goiás;
- Porangatu;
- Rialma;
- Rianápolis;
- Rubiataba;
- Sanclerlândia;
- Santa Fé de Goiás;
- Santa Izabel;
- Santa Rita do Novo Destino;
- Santa Rosa de Goiás;
- Santa Teresinha de Goiás;
- Santa Tereza de Goiás;
- São Francisco de Goiás;
- São Luiz do Norte;
- São Luiz dos Montes Belos;
- São Miguel do Araguaia;
- São Patrício;
- Simolândia (abaixo de 500 metros de altitude);
- Taquaral de Goiás;
- Teresina de Goiás (abaixo de 500 metros de altitude);
- Teresópolis de Goiás (abaixo de 500 metros de altitude);
- Trombas;
- Uirapuru;
- Uruaçu;
- Uruana;
- Vila Boa (abaixo de 500 metros de altitude);
- Vila Propício (abaixo de 500 metros de altitude).
Calendário
O calendário da cotonicultura em Goiás prevê períodos específicos para o vazio sanitário e para a semeadura, conforme a região.
Na Região 4, o vazio sanitário ocorre entre 10 de novembro e 20 de janeiro. Já o plantio é permitido entre 21 de janeiro e 15 de abril.
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