Goiânia liderou, em 2025, o ranking estadual de abertura de empresas, com 59.195 novos registros, sendo 42.301 microempreendedores individuais (MEIs) e 16.894 empresas de outros portes. Em seguida aparecem Aparecida de Goiânia (19.225), Anápolis (12.418), Rio Verde (6.482) e Valparaíso de Goiás (5.031).
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam saldo positivo de 20.240 empregos formais na capital entre janeiro e novembro de 2025, resultado de 319.497 admissões e 299.257 desligamentos. Os setores de Serviços e Construção se destacaram no período, com a criação de 15.342 e 3.030 vagas, respectivamente.
Segundo dados da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg), o município registrou acréscimo de cerca de 10 mil microempreendedores individuais no último ano. O setor de serviços e comércio responde por mais de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) municipal.
De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Agricultura e Serviços (Sedicas), a expectativa para 2026 é de ampliação do número de postos de trabalho e aquecimento da atividade econômica, impulsionados por eventos de grande porte previstos para a capital, como o retorno da MotoGP ao Autódromo Internacional de Goiânia.
A rede hoteleira da cidade conta com aproximadamente 8,5 mil unidades habitacionais, com índice elevado de reservas para grandes eventos programados para 2026, segundo informações da secretaria municipal.
Secom